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Clínica de Psicologia Existencial
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O objetivo deste texto é refazer, ainda que por vezes através de atalhos, o longo caminho percorrido pelo pensamento humano, na direção da compreensão deste infinito objeto de estudo que é o homem. E como todo caminho, neste também iremos nos deparar com convergências, mãos duplas e obstáculos que poderão nos fazer retornar ou poderão nos oferecer a instigante opção do avanço. Nesse caminhar encontraremos marcos históricos, espaços, datas e personagens importantes.

Como surgiu a Psicologia?

Durante dois mil anos a Psicologia existiu amorfa e indiferenciada, pois estava fundida à Filosofia, e tinha por preocupação embrionária o homem enquanto um ser possuidor de “algo” além de seu corpo material e sensorial. Dessa forma, a primeira grande definição de Psicologia como estudo da alma perdurou durante muito tempo. Contudo, essa é uma definição muito controversa, pois o termo “alma” abre um leque imenso de formas de compreensão, uma vez que os homens nunca deixaram de discutir quando não de disputar, a respeito da natureza, da função e até da realidade da alma.

Refletir sobre a alma suscita questões inquietantes, enigmáticas e infinitas. Por isso, vamos pontuar as transformações sofridas pelo significado da alma, através da própria evolução do pensamento da humanidade. Isso nos dará um suporte necessário para a compreensão do surgimento da Psicologia.

O SIGNIFICADO DA ALMA NOS PENSAMENTOS MÍTICO E PRÉ-SOCRÁTICO

Antes de abordar o pensamento filosófico, é importante ancorar na forma mais antiga de pensamento a que temos acesso. Para tanto, a Antropologia nos oferece, através de suas pesquisas, um retrato de como o homem primitivo concebia a realidade (séc. X a VIII a.C.). O pensamento mítico, que dominou esses séculos, oferece-nos uma “lógica sensível” da realidade. Através das vozes dos poetas e declamadores ambulantes, a história é contada, os fenômenos são explicados, as relações sociais justificadas através dos mitos. São eles que oferecem a primeira compreensão coletiva da realidade. Há muito que se aprender com os mitos; a própria origem da palavra psicologia deriva da mitologia grega (Psyché = alma). A primeira compreensão de alma nos aponta para uma essência que é da natureza do vento e que está numa ligação simbiótica com as forças próprias da vida.

O mundo homérico, em que prevalece o heroísmo, é regido por deuses cheios de vida, força e eterna juventude. O herói morre no momento em que sua alma abandona o corpo. A descrição desse momento é bastante interessante, pois a alma é entendida como a instância responsável pela respiração e pelo movimento do sangue (morrer é sem dúvida nenhuma exalar o último suspiro ou dessangrar-se). Esta essência desprende-se do corpo pela boca ou pela ferida do agonizante, descendo até o mundo dos mortos. No pensamento grego primitivo, a alma está implícita nas concepções de homem e de seu destino. É semelhante ao corpo que habita, embora mais tênue, menos densa… como um sopro. É possível ilustrar essa idéia com dois trechos da Ilíada. O primeiro relata as últimas palavras de Pátroclo, ao ser ferido de morte por Heitor e predizendo a morte deste: “A morte que tudo acaba já o envolve / e a alma abandona seus membros e se vai, voando para o Hades, lamentando seu destino, deixando a força e a juventude…”. o segundo trecho refere-se ao momento em que Aquiles reconhece a alma de Pátroclo, seu grande amigo, a lhe implorar sepultura: “Sepúlta-me logo para que eu passe as portas do Hades…”. ** Sugestão de leitura: Hesíodo (Os trabalhos e os dias, Teogonia) e Homero (Ilíada e Odisséia)

O pensamento mítico não desapareceu com a evolução da intelectualidade. Em nosso cotidiano esbarramos em manifestações míticas, nas diferentes formas de expressão humana. No entanto, o conceito de alma muda de configuração entre os séculos VII e VI a.C.

Esse período foi marcado pelo surgimento de uma forma de pensar racional, matemática, doutrinária, que tinha como base a observação dos fenômenos cotidianos. O homem desenvolve as idéias de movimento e de transformação. Surge o pensamento de que tudo tem uma origem, ao mesmo tempo que é passível de originar.

Tales (625-558 a.C.), Pitágoras (580-497 A.C.), Heráclito (540-470 a.C.), Parmênides(530-460 a.C.), são alguns dos pensadores dessa época, que inserem uma abordagem racional, por um lado buscando um princípio ordenador do universo e por outro desenvolvendo o uso da retórica.

Neste contexto, a alma humana é atribuída com parte da realidade universal, ou seja, se o homem é capaz de respirar, é porque no universo existe ar; se é capaz de pensar, é porque existe a razão. A idéia de que a alma universal e a alma humana co-existem pode ser observada neste postulado de Heráclito. Ele diz: “Assim como o carvão que muda e se torna ardente quando o aproximamos do fogo, e se extingue quando dele afastamos, a parte do espírito circunjacente que reside em nosso corpo perde a razão quando dele é desligada, e de igual maneira recupera uma natureza semelhante a do todo, quando o contato se estabelece pelo maior número de aberturas”.

O pensamento racional estabelece-se com esses pensadores, denominados pré-socráticos; com o século V a.C. adentramos no delineamento da subjetividade humana. O relativismo dos fenômenos, idéias e grandes explicações começam a dominar a expressão da própria consciência humana. Um exemplo de subjetividade: observe as frases dos sofistas – Protágoras (485-410 a.C.) “O homem é a medida de todas as coisas, das que são e das que não são”; Górgias (487-380 a.C.) “Nada existe; ainda que houvesse ser, seria incognoscível; ainda que houvesse e fosse cognoscível, seria incomunicável a outrem”.

O CONCEITO DE ALMA EM SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES

É neste contexto intelectual que surge Sócrates (470-399 a.C.), apontando o próprio homem como a verdadeira matéria realmente digna de estudo, e preocupando-se com este homem numa perspectiva moral. Razão, caráter, justiça, virtude, direito, felicidade, beleza compõem a verdadeira essência do homem, estão dentro dele em estado puro, e podem ser encontradas se esse homem se dispuser a apreender o verdadeiro conhecimento. O método intelectual desenvolvido por Sócrates é muito rico e interessante. Na leitura “A República”, de Platão, é possível apreender o ângulo de sua filosofia. A concepção socrática de alma é inseparável de uma filosofia da sabedoria e engloba necessariamente justiça, coragem, direito, etc. Sócrates aproxima o homem do conhecimento de si mesmo, pois acredita, profundamente, que a atitude de autoconhecimento, de reconhecimento da própria ignorância e da busca determinante do conceito dos fenômenos irá garantir sua firmeza moral.

Esta discussão é continuada por Platão (428-347 a.C.), que nos oferece uma compreensão de alma diferente da de Sócrates e lança um pensamento que dominará durante séculos. Platão divide o homem em corpo e alma, sendo que sua teoria sobre esta é no mínimo intrigante. Para ele, o verdadeiro conhecimento está inserido no mundo das idéias, que faz parte de uma alma já inteligente antes de habitar e se tornar prisioneira do corpo. Nesse sentido, ela é soberana, sábia e dona do verdadeiro conhecimento. Seu intrincado pensamento pode ser reconhecido na leitura do famoso “Mito da Caverna”, encontrado em “A República”. Essa alma é tripartida e apresentada comparada a uma “parelha de cavalos conduzidos por um cocheiro. O cocheiro simboliza a razão; um dos corcéis, a energia moral; o outro, o desejo” (Mueller, 1978 pp 37,8). Demonstrou em sua filosofia que o caráter da imortalidade da alma independe da durabilidade do corpo.

Chegamos a Aristóteles (384-322 a.C.) e a um novo conceito. Com o objetivo de assegurar a harmonia das funções vitais, a alma é a causa e o principio do corpo vivo, e é uma essência presente em “cada indivíduo em particular, desaparecendo com a morte desse individuo. Ela é a mesma em todos os indivíduos de uma mesma espécie porque todos são formados por dois co-princípios básicos: a matéria-prima e a forma-específica, que, unidos, formam a substância do ser” (Severino, 1992, pp 57,8)

Para Aristóteles, a alma assim se define: “Fosse o olho um ser vivo, a visão seria a sua alma: pois a visão é a essência do olho… A alma é no sentido primordial, aquilo por que vivemos, percebemos e pensamos… É com razão que pensadores têm julgado que a alma não pode existir sem um corpo, nem ser um corpo; pois não é um corpo, mas algo do corpo; e essa é a razão por que está em um corpo…” (De anima, II, 2, 414 a 15-20)

Com Aristóteles chega-se ao ponto mais alto da Filosofia Grega.

A IDÉIA DE ALMA NA ANTIGUIDADE E IDADE MÉDIA

Historicamente, entre os séculos III a.C. e III d.C., os romanos apropriaram-se da cultura grega (helenismo), e neste contexto surgiram pequenas escolas, tais como: estoicismo e sua preocupação com a ética, acentuando a vontade humana como capacidade de negar impulsos, objetivando a firmeza da alma: “A morte põe fim à rebelião dos sentidos, à violência das paixões, aos desvios do pensamento, à servidão que a carne nos impõe” (pensamento de Marco Aurélio, livro V); epicurismo e sua preocupação com a ética fundada no prazer, “A alma não se distingue do corpo a não ser por uma maior sutileza dos elementos componentes… à alma cabe difundir a vida pelo organismo e permitir atividades psíquicas, afetivas, intelectuais… condicionadas pela união entre corpo e alma, o que prova a materialidade da alma” (Mueller, 1975 p.54); o ceticismo defendendo que é impossível tentar encontrar o conhecimento; o neo-platonismo, com Plotino: “A alma não está no mundo; mas o mundo está nela; pois o corpo não é um lugar para alma. A alma está na inteligência; o corpo está na alma” (Werner, 1938, p.246); o cristianismo que surge em um momento bastante conturbado, conforme podemos observar nessa descrição feita pelo apóstolo Paulo: “Nós (os cristãos) pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos. Porém, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus” (I Corintios, 1). O cristianismo passa a ver a alma do ponto de vista da redenção: “a origem e destino da alma estão ligados às idéias de uma vida eterna, da vitória sobre o pecado pelas obras e pela Graça, e da suprema dignidade da vida em Jesus Cristo” (Mueller, 1975, p.80).

O cristianismo funciona como uma “síntese cultural”, pois ele origina-se como um movimento social e religioso dissidente do judaísmo, incorpora o pensamento grego e romano. Segundo Severino (1992, p.50) “a impregnação dos princípios filosóficos gregos no cristianismo foi profunda e radical… não é, pois, sem razão que se pode afirmar que o Ocidente é filho do racionalismo grego”.

Entre os séculos V e XIV (Idade Média), a igreja exerce um papel de domínio, pois ela toma a responsabilidade de sistematizar e organizar a doutrina cristã, e divulgá-la aos habitantes do Império Romano, com o objetivo de enfraquecer o paganismo romano, contrapor-se ao pensamento grego e impor-se ao mundo judeu. É um período longo, caracterizado por conflito de todas as naturezas. Do pensamento medieval sobre a alma, destacamos Santo Agostinho e São Tomás de Aquino.

Apoiado pelas idéias de Platão, Santo Agostinho (354-430) é responsável por uma grande modificação das idéias ao inserir “no lugar de mundo das idéias, a consciência de Deus, que assume as qualidades prerrogativas da Idéia do Bem” (Severino, 1992, p.59); para Santo Agostinho, a alma está acima da razão, da moral e da ciência. Ela é a realidade primeira, possui diferentes graus e tem diferentes funções, participando não só do mundo sensível, mas também possuindo conhecimentos que não passam pelos sentidos; é capaz portanto de intuições que a colocam em contato com as coisas eternas, em presença da realidade espiritual de Deus.

São Tomás de Aquino (1225-1274), de influência aristotélica, discute a alma de forma tão interessante, que essa discussão é considerada a base filosófica da teologia da Igreja Católica. Vejamos uma breve explicação do complicado pensamento tomista dado por Mueller (1978, p. 99,100): “a alma se caracteriza pela espontaneidade da vida. Se os vegetais germinam e crescem, se os animais nascem, sentem e se deslocam é em função de uma alma sensitiva. Todas essas almas são de natureza inferior. São corruptíveis e morrem com o corpo. A alma humana é de natureza diversa. Não é corpo, mas o ato de um corpo, o princípio de que dependem os seus movimentos suas ações… é incorporal e insubstancial… não se dissolve com o organismo, e o desejo de imortalidade sentido pelo homem se justifica ontologicamente. Situada a meio caminho entre o mundo dos corpos e dos espíritos, a alma humana não está excluída da série de seres imateriais; não faz parte dela, porém, a alma dos anjos”. Entende-se que dessa forma que o sentido não pode se tornar intelecto, pois são ambos fenômenos de naturezas diferentes. Não pode haver sensação sem objeto, ou pensamento sem conteúdo. O dualismo só é superado pela fé, através do poder de Deus.

A ALMA NO RENASCIMENTO E NA IDADE MODERNA

O renascimento vem oferecer ao homem a criação. Nas artes (Michelangelo, Rafael, Leonardo da Vince), na literatura (Maquiavel, Shakespeare, Cervantes, Camões), na ciência (Copérnico, Kepler, Galileu). E a alma, qual lugar ocupava no pensamento do homem? Para responder esse pergunta é preciso falar sobre o filósofo chamado René Descartes (1596-1650)mais do que qualquer outro, ele rompeu com os dogmas teológicos e tradicionais. “Desde Aristóteles, nenhum outro filósofo construíra um novo e influente sistema de pensamento que levasse em conta a soma de conhecimentos que em dois mil anos haviam crescido de modo tão significativo”. (Herrnstein & Boring, 1965, p.581). Esse filósofo simbolizou a passagem do Renascimento para o período moderno da ciência.

Descartes se envolve profundamente com a questão da divisão corpo-alma, presente desde os tempos da dicotomia platônica. Até agora, através dos séculos, a posição que se mantinha era a da soberania da alma sobre o corpo. Descartes introduz o problema do psiquismo no próprio centro de suas preocupações. Na verdade, ele aceita a posição dualista. Mente (ou alma) e corpo são considerados diferentes, mas o que ele discutiu ferrenhamente, angariando ódios, rejeições e queimas de escritos, foi a relação corpo/mente, que passa a ser entendida como sendo uma relação de interação mútua. Para ele, o corpo abarcava todas as funções de sobrevivência, e a mente tinha somente uma função: o pensamento. Com isso, desvia as atenções do estudo da alma em seu sentido abstrato, para o estudo da mente e das funções que ela executa.

A mente possui então capacidade de pensar, e é ela que nos fornece o conhecimento do mundo externo; no entanto, essa mente deve ter um ponto de interação com o corpo. A pergunta era: onde localiza-se a mente? No cérebro, Descartes responde. Mais precisamente na glândula pineal (que é uma estrutura única localizada entre os hemisférios cerebrais). Esta glândula é responsável pelo ponto de interação corpo-mente; não mais que isso.

Da mente originam-se duas espécies de idéias: as chamadas idéias derivadas (geradas a partir da experiência sensorial), e as idéias inatas (as que se desenvolvem exclusivamente a partir da mente, independente de experiência sensorial, e existem enquanto potencial desde o nascimento, enquanto categoria inata do ser).

A partir de René Descartes o desenvolvimento do pensamento foi muito rico, extremamente rápido, e é interessante observarmos a inserção da idéia de “mundo mental” daqui para frente.

A Idade Moderna (séc. XVII e XVIII) caracteriza-se pela força da razão natural. É o projeto iluminista conduzido pelo mais rigoroso racionalismo, com as preocupações voltadas para as questões da verdadeira capacidade de o homem conhecer a realidade.

René Descartes havia lançado grande discussão ao descrever os dois tipos de idéias. Antes de sua morte, já havia surgido na Inglaterra o Empirismo, que pelas mãos de vários pensadores pretendeu discutir o desenvolvimento da mente, e o modo como esta adquire conhecimento. Como representante dessa corrente filosófica, temos John Locke (1632-1704), que resume seu pensamento da seguinte forma: “Suponhamos pois, que a mente é um papel em branco, desprovido de todos os caracteres, sem quaisquer idéias: como será suprida? de onde lhe provem esse vasto estoque, que a ativa e ilimitada fantasia do homem pintou nele com uma variedade quase infinita? de onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento?a isso respondo em uma palavra: da experiência. Todo o nosso conhecimento está nela fundado, e dela deriva o próprio conhecimento. Dessas duas fontes de conhecimento, a sensação e a reflexão, jorram todas as nossas idéias”. Para o empirista, a reflexão não existe sem a experiência sensorial.

O Empirismo irá fornecer a base teórica e metodológica para o nascimento da Psicologia. Enquanto discutia-se filosoficamente a importância dos sentidos na aquisição do conhecimento, a Fisiologia (ramo experimental da Medicina em forte ascensão na época), preocupava-se em entender como os sentidos funcionavam. Este problema do homem, delineado e compreendido a partir da experiência sensorial foi (e é) objeto de intensa discussão.

Ainda nesse período surge uma nova posição, também derivada da grande semente lançada por René Descartes, porém que se opõe radicalmente a John Locke. O filósofo Gottfried Leibniz (1646-1716) propõe um sistema novo de compreensão do ser. Para Leibniz “o homem não é uma coleção de atos, nem simplesmente o local dos atos; a pessoa é a fonte de atos… para conhecer o que uma pessoa é, torna-se necessário sempre consultar o que ela pode ser no futuro, pois todo estado da pessoa é apontado na direção de possibilidades futuras”.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

No início do século XIX nasce a Psicologia como ciência, fortemente dominada pelo pensamento empírico, entretanto, virtualmente, todas as teorias posteriores que se desenvolvem dentro da Psicologia parecem ter se originado dessas duas concepções, e, dependendo da matriz filosófica, surgem diferentes posturas de investigação científica. As linhas filosóficas irão definir a prática posterior. Para entendermos a prática é necessário reconhecer a matriz filosófica na qual essa prática se apóia. Desta forma, temos, entre outras, a Psicologia Behaviorista (derivada de uma corrente positivista e que definirá o homem e seus processos psíquicos como um ser primordialmente governado por estímulos do meio), a Psicologia Humanista (derivada da Fenomenologia e do Existencialismo, e que definirá o homem como um ser intencional, dono de seus atos e de sua consciência), a Psicologia Cognitiva (derivada em parte de uma filosofia pragmática, considera o homem em uma perspectiva interacionista, fruto da constante relação homem-meio, sendo este homem considerado como um sistema aberto e em sucessivas reestruturações); a corrente sócio-histórica da Psicologia (derivada do materialismo dialético, considera também o homem numa perspectiva interacionista, privilegiando a mediação do meio), Gestalt (que com certa influência fenomenológica, explora a atenção, a percepção e a tomada de consciência pelo organismo como um todo), Psicanálise, que embora não tenha nascido no seio da Psicologia, caminha junto com ela na sua preocupação com o homem interior.

São diferentes vertentes da Psicologia, que pretendem observar, compreender e trabalhar o homem, no que diz respeito a seus processos psíquicos, à construção de sua inteligência e afetos, a suas formas de ser, atuar e se relacionar no mundo, que nas suas expressões normais ou patológicas, quer na educação, na clínica, na empresa… Aonde quer que o homem esteja atuando.

As vertentes são diferentes a até opostas, mas o foco incide sempre no mesmo homem, que ao ser estudado por outro homem confunde observador e observado, sujeito e objeto, numa trama que se refaz a cada novo suspiro, numa poesia que se reescreve a cada novo ato, numa música que se rearranja a cada novo compasso, criando e recriando as mesmas velhas dúvidas, dores, espantos, alegrias e rancores que fazem parte dele desde sua origem, quando do início de sua viagem por um caminho repleto de convergências, mãos duplas, obstáculos…

Referências bibliográficas

MUELLER, F.L. – História da Psicologia, vol. 89 de Atualidades Pedagógicas, Cia Editora Nacional, SP, 1978.

ROSENFELD, A. – O pensamento psicológico. Editora Perspectiva, SP, 1984.

SEVERINO, A. J. Filosofia. Cortez Editora, SP, 1992.

Coleção “Os pensadores” – vol. ré-Socráticos – Abril Cultural, SP, 1992.




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128 Comentários para “Um pouco sobre a história da Psicologia”

  1. Boa noite, nós que gostamos de estudar e pesquisar ficamos ficamos felize quando navegamos pela internet e encontramos um site como o de voces que nos ajuda muito, para os nossos estudos e pesquisas. Obrigado por voces existirem.

    Atenciosamente: Umberto Moreira Bareto

    Umberto Moreira Barreto

  2. Muito obrigada Umberto.
    Nós também agradecemos a participação de todos!

    Um abraço

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  3. Boa noite, já vi muitos artigos sobre temas diversos da área de Psicologia, e este site na minha opinião merece o maior mérito. Grande parte do material oferecido neste site praticamente inexistem em outros. Pois contém todas as informações necessárias para um total e amplo conhecimento sobre a história da Psicologia. Realmente me surpreende da forma pratica que são disponibilizados. Parabens!

    Luiz Paulo Costa

    Luiz Paulo Costa

  4. Olá Luiz, esse retorno é muito importante para o nosso trabalho!
    Um grande abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  5. tudo isso e muito importante

    catia

  6. Sem dúvida é muito importante!

    Um abraço Catia!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  7. eu gostei muito desse amplo conhecimento da psicologia.

    tamires lais ferreira alves

  8. Que bom Tamires!

    Um abraço

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  9. Estava pesquisando a história da psicologia, quando me deparei com esse texto lúcido, bem escrito, gostoso de ler, e que poderia ser ainda melhor se a bibliografia tivesse sido citada. De qualquer modo, parabéns pelo trabalho.

    Camilo de Lélis Lima de Souza

  10. adorei imenso o seu artigo pois foi-me muito útil dou aulas de psicologia e fiquei a saber mais coisas acerca da psicologia é que aqui em Angola ainda temos mtos problemas de bibliográfia e agradeceria bastante se continuasemos com a correspondencia. bjs

    janice Neves

  11. Janice, será um prazer continuar a nos comunicar.

    Um forte abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  12. Olá Camilo, que bom você ter gostado do texto!
    E obrigada pela sugestão.
    Acrescentarei a referência bibliográfica ao texto.

    Um abraço grande!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  13. Olá,
    parabéns MAS
    acho que devia tirar esses “processos psiquicos” de behaviorimo, e o colocar COMPORTAMENTO HUMANO, e o termo “gorvenado” tb não tá … enfim deixa p/ lá
    bj

    Bruna

  14. é muito boa sua iniciativa de publicar esse artigo na grande rede.acabou de me judar um ocado. você é d+.

    vicente

  15. Vicente,

    que bom saber que o artigo te ajudou!

    Um abraço

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  16. Gostei muito do artigo e facilitou a minha vida, pois estava um pouco perdida em um trabalho p/ faculdade e o seu artigo me ajudou muito.

    roselia malta

  17. sim. Espero por mais artigos sobre psicologia. Tchau.

    roselia malta

  18. Boa noite,

    Como é gratificante ter a oportunidade de ler um texto que me deixa curiosa do começo ao fim e com muita vontade de abraçar o conhecimento nele descrito.
    É claro,importante,inovador para mim e,além de tudo,tem muita emoção ao falar sobre o ser humano.
    Abraços,
    Cristina

    cristina ricardi

  19. Olá Cristina!
    Obrigada pelo feedback! Nosso trabalho só tem sentido se conseguirmos trocar ideias e informações com aqueles que compartilham dos mesmos interesses.

    Um grande beijo.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  20. O conteudo é muito bom. Consegui tudo que buscava. Valeu mesmo.

    Lilian

  21. Ana adorei o texto!
    Parabéns!

    Gisele

  22. Obrigada!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  23. Que bom! Obrigada pelo retorno!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  24. Muitelo aproveitável. Principalmente, agora, que vou ingressar no curso esse ano. Obrigado!

    eraldo sales

  25. Que bom Eraldo, sucesso nesse novo ano!

    Um abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  26. Muito bom…
    Meus parabéns !
    Um abraço.

    Cindy Camila

  27. excelente artigo!! vou comeaçr fazer psicologia este ano!!

    Matheus

  28. Bom que tenha gostado do texto Matheus!
    Espero que sua nova empreeitada seja cheia de grandes descobertas e conquistas. A Psicologia é um caminho muito bonito!
    Venha nos visitar mais vezes,

    um abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  29. estou na terceira série do segundo grau. ja decidi o que quero cursar na faculdade, e a professora pediu um trabalho sobre o que a gente iria cursar. Gostei do texto, aprendi um pouco sobre o que é psicologia e espero me dar bem na faculdade.

    emmanueli dos santos

  30. Emmanueli, boa sorte para você!

    Um grande beijo!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  31. Continuem com este trabalho, sendo especialistas na matéria o vosso site tem contribuido bastante para o enriquecimento do conhecimento de qualquer um que nela pesquisa.

    Desejo-lhes sucessos e que não desistam deste rico trabalho.

    Bunga Félix Nzinga

  32. Obrigada Bruna!
    É sempre bom receber esse carinho.

    Um grande abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  33. ola agradeço bastante , uma ve que estao sempre publicar relatorios cientificos , para servir como suportes . e sem esqueçer que a investigaçao e o motor do desenvolvimento de um pais.

    horacio kanda

  34. pra finalizar agradeço bastante em nome dos angolanos que querem investir na ciencias e tecnologia

    horacio kanda psicologo do trabalho e engenheiro de segurança e higiene no trabalho

  35. Sempre achei toda história um pouco confusa, agente lê fragmentos aqui outros acolá e ficamos perdidos no tempo, sem saber como organizar.
    Esse material descreve de forma muito sucinta e de fácil entendimento, toda a construção ao longo dos séculos da psicologia como conhecemos hoje.

    Obrigada!!

    Carolyna DIva Moribe

  36. Que bom Carolyna! Essa é a nossa intenção.

    Um abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  37. Achei muito esclarecedor o material disponibilizado e espero que vcs continuem fornecendo muitas mais informações sobre o assunto..bjs
    Tânia regina

    tania regina

  38. Que bom você ter gostado Tânia!
    Continuaremos escrevendo sim!

    Um abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  39. ola, eu sou estudante de psicologia, As minhas duvidas nao tem fim, porque ha muitas teorias, mas procuro me basear no que me parece mais logico.

    muito obrigada.
    Samarina Fernandes

    Samarina Fernandes

  40. Eu posso sempre escrever-te, no caso de ter alguma duvida e voce me ajudaria?
    quero ser uma boa psicologa, o que voce me indica por onde comecar, ja estou a estudar psicologia, e nao quero ter muitas dificuldades nas aulas e vida toda.

    um abraco
    Samarina Fernandes

    Samarina Fernandes

  41. Olá Samarina! De fato, a Psicologia nos oferece uma gama imensa de caminhos possíveis a serem seguidos. O importante, enquanto estudante, é entrar em contato com o que lhe for apresentado e perceber o olhar, a compreensão que mais se aproxima do seu jeito de pensar. Isso é importante para que haja a coerência entre aquilo que você estuda e a maneira como você compreende o mundo que vive. Ter muitas dúvidas faz parte do processo, e é muito importante buscar os esclarecimentos das mesmas, pois assim você estará construindo seu conhecimento de forma madura e consistente.
    Em que ano você está do curso de Psicologia, e o que mais lhe chamou atenção?
    Dessa forma, fica mais fácil lhe oferecer uma dica.

    Um abrço.
    Anna Paula

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  42. ola Anna, muito obrigada por teres respondido. estou no primeiro ano de faculdade. me enterecei em psicologia quando estava no primeiro ano de faculdade, no curso de Gestao de Empresas, tive a disciplina de psicologia,e gostei e queria ir mais alem, era a disciplina que tinha sempre a melhor nota, por isso troquei de curso. agora vejo que estou no curso certo para mim. voce pode me dizer por onde comecar?, o que devo ler para alem do que os professores oferecem,eu quero ter mais bases por favor…

    um abraco,
    Samarina Fernandes

    Samarina Fernandes

  43. O que mais me chamou atencao eh que a sociedade,a cada dia esta a mudar,e para pior, temos muitos problemas socias, e isso envolve nos,seres humanos,mostra que ja nascemos com problemas mentais,relativamente ao nossos pais, principalmente as maes que carregam os filhos. as pessoas mentem, matam, roubam, fazem barbaridades. aprendi que os psicologos nao devem julgar as pessoas, mas sim dar solucao aos problemas. acho que se eu estou a me formar,e tantos outros que tambem estao, podemos mudar, mudar muita coisa na nossa sociedade. errar eh humano, mas temos a possibilidade de pensar logico, e mudar as situacoes.

    Samarina Fernandes

    Samarina Fernandes

  44. Bom dia Samarina!
    Aqui no site temos um link dedicado a dicas de leituras na abordagem, separadas por áreas de interesse. Você pode dar uma olhadinha lá e escolher por onde começar. Para isso, clique no botão “Saiba mais sobre Psicologia”, no canto direito da barra e vá para o link “Livros indicados”.
    Você também pode ler os artigos que estão no site e buscar a literatura a partir dessa leitura.
    Um beijo!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  45. obrigada Anna,

    um beijo para ti…

    Samarina Fernandes

  46. Estou no terceiro ano de psicologia e ainda não conhecia esse site. Ainda estou navegando meio a seu conteúdo, mas já é visível como é rico! parabéns.

    Abraço com carinho

    Marcela

  47. Obrigada Marcela!

    O site só faz sentido a partir dessa troca que podemos fazer!
    Querendo contribuir com sugestões, serão bem-vindas!

    Um ebijo,

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  48. Bom dia Anna! Parabéns pelo trabalho, o conteúdo é muito bom, ajuda bastante quem precisa rapidamente fazer um levantamento histórico sobre a história da psicologia, e pra quem busca mais, as referências estão disponibilizadas. ótimo! Muito bom mesmo! Mais uma vez, parabéns!

    Rogério Bosso

  49. Muito obrigada Rogério!

    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  50. Gostei muito deste artigo,me ajudou bastante para fazer um trabalho!

    Iris

  51. Que bom Iris! Obrigada pelo retorno!

    Um abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  52. Adorei do conteúdo que acabei de ler,gostaria que me disse-se a os verdadeiros e fundadores da psicologia.

    Alcindo

  53. Dou aulas dxe Psicologia na PMPB, e fiquei mui gratificado com o artigo descrito, parabens, que maravilha, extraordinário, são obras desta natureza que precisamos aprender.

    Severin o da Silva Ferreira

  54. Obrigada!o seu texto ajudou.me bastante ! pois estou a ter alguma dificuldade na cadeira de historia de psicologia.veio mm a calhar.muito obrigada mesmo

    Sylvia

  55. Que bom saber disso Sylvia! Vamos mantendo contato.
    Um abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  56. Estou desesperada…Complicado mesmo, chegar no primeiro semestres de psicologia, e entender tudo, mas, de forma fragmentada.Ou seja, através, do senso comum.Fiquei feliz em encontrar essa fonte.Vou continuar com vocês.Mas, pretendo adquiri um livro de vocês, contendo esse conteúdo.Parabéns.E, obrigada.Denise Amaral.

    Denise Amaral

  57. Olá Denise!
    Posso dizer que essa sensação é muito natural em um processo de formação. Com o passar do tempo você vai ligando as ideias, entendendo melhor o conteúdo! Lembro-me que logo no primeiro ano de formação tinha muita dificuldade para entender as matérias de Filosofia e Antropologia, e no decorrer do curso percebi como aqueles conceitos, que em um primeiro momento, pareciam soltos, jogados, tinham um lugar de extrema importância em meu entendimento da Psicologia.
    É só não desanimar!
    Quanto aos livros, nos não temos nenhuma publicação própria, mas indicamos alguns livros que nos dão referências importantes dentro da Psicologia, especialmente na abordagem Fenomenológico-Existencial. Você encontra nossas indicações clicando neste link: http://www.espacocuidar.com.br/psicologia/category/livros-indicados

    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  58. Adorei muito, queria saber da história da psicologia, antes de iniciar meu curso, vou começar esse ano!;) vou amar estudar psicologia é demais!

    marli veiga

  59. Que bom! Fico feliz em poder contribuir.
    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  60. Eu gostei deste conteudo sendo professor desta disciplina. Desejo-te sucesso e felicidade .Apartir do Luena-Angola

    zango Evaristo

  61. Obrigada! Sucesso para você também!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  62. amei as informacoes sobre psicologia estou me preparando para fazer psicologia e me ajudou muito ate informaçoes dos livros.obrigada

    josiane

  63. Parabéns pelo site! Tomei a liberdade de usar alguns textos (com a indicação de autoria de site) em minhas aulas! Se isso não for possível por favor me avisem!
    Obrigado
    José Candido de Moraes
    Curitiba Pr.

    José Candido de Moraes

  64. Obrigada pelo retorno José Candido!
    Fique à vontade para utilizar o material disponível no site, esse é o nosso sentido, poder divulgar e trocar ideias sobre a Psicologia Fenomenológico-Existencial.
    Um forte abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  65. Que bom Josiane!
    Boa sorte na caminhada até a Psicologia.

    Um abraço forte!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  66. exte texto e muito interexante porque dentro dle podemuj ter muitas informacoes

    helton nhantumbo

  67. que bom Helton!
    Venha sempre nos visitar.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  68. se cada de nos lessemos mais sobre assuntos dees tipo talves a vida seria mais valorizada.
    J .S. Costa.
    Mecânico de manuteção.

    Jose de Sousa Costa

  69. Resumo completo, uma bela reciclagem, parabens.

    ALEX FERREIRA - Clinica Junguiana

  70. Boa noite,o conteúdo é muito bom e me ajudou bastante no meu trabalho da faculdade.

    Cleidiane sousa da silva

  71. Que bom Cleidiane, venha nos visitar mais vezes!

    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  72. Muito obrigado por existirem, na verdade fico muito rigozijado por encontrar este produto que tanto precisava,difícil, mas foi possível. Continuem a produzir algo do género para permitirem a evolução dos Estudantes e não só.

    ESTEVES AUGUSTO

  73. Adorei o site! Parabéns por transmitirem e reproduzirem conhecimento!

    Ana Carolina

  74. Muito obrigada, Esteves! Esse retorno é muito importante para nós!
    Seja sempre bem vindo ao nosso site.

    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  75. Obrigada pelo carinho, Ana!
    Seja sempre bem vinda por aqui!

    Um abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  76. Olá, Gostaria de Agradeçer a “Todos” vocês,Pelo “Maravilhoso, Trabalho, Esforço e o Amor Dedicado”… Pois para mim foi “de Muita Va
    lia em meus Estudos em “busca do “Conhecimento”!!
    Um Grande e Forte Abraço, à Toda a Equipe!

    Rudimar

  77. Olá Rudimar!

    Obrigada pelo carinho! Muito gostoso receber esse feedback! Isso só confirma o sentido do nosso trabalho.

    Um forte abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  78. OLÁ,GOSTARIA DE DIZER QUE A DOREI O SITE O CONTEÚDO MUITO BOM E ME AJUDOU BASTANTE NO MEU TRABALHO.

    GEPTELSON MUSSENGUE

  79. Que bom, Geptelson! Fico feliz em saber disso!
    Continue nos visitando,

    um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  80. GOSTAMOSMUITO DE EM CONTRA ASSUNTO QUE ESTAMOS NESSE MOMENTO EM PAUTA OBRIGADO MEUS PARABENS POR TEREM ELABORADO TÃO ALTO GRAU DE CONHECIMENTO. PR PAULO HENRIQUE / SERGIPE.CAPELA

    paulo henrique santos da graca

  81. agradeço pelo grande empenho que tiveram quanto a este trabalho e de honrar pq ja contribui grandemente nas pesquisas q cada austrounata vai fazendo no seu dia-dia… a todos q trabalharam p divulgar esta maravilhosa obra q DEUS vos de mais sabedoria para continuar mostrar ao mundo o seu inefavel AMOR dentro da psicologia.

    Florença sakandeya

  82. estou prestes, a ingressar no curso de psicologia, foi muito rico encontrar esse artigo, esta de parabens, pesquisar sempre parar já mais.

    jorge

  83. ESSE TRABALHO AJUDA MUITO NOS ESTUDOS DE PSICOLOGIA,COMO AGORA ESTOU PESQUISANDO UMA PERGUNTA E NÃO ENCONTRO RESPOSTA “O QUE O PENSAMENTO DE DESCARTES TEM A VER COM O SURGIMENTO DA PSICOLOGIA COMO CIÊNCIA NO SÉCULO XIX?

    Marieta R. Barcelos

  84. Olá Marieta! Acredito que este texto possa esclarecer um pouco a sua questão.
    Obrigada pelo retorno.

    Um grande abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  85. Que bom, Jorge!
    A Psicologia nos oferece um longo caminho e muitas possibilidades.

    Um grande abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  86. Olá, gostei muito deste conteúdo e foi muito proveitoso para mim, pois precisava de alguns relatos sobre Descartes e sua importância para a Psicologia e me ajudou muito, obrigada!
    Um abraço.

    Monica Ramos de Souza

  87. ola gostei deste vosso rico conteúdo porque é de capital importancia para mim e muitos outros tenho dito “CASTONA OU AVEMUHONA”

    Avemuhona

  88. ESPERO QUE NÃO PAREM DE NOS MANDAR COTEÚDO DESTA NATUREZA E NÃO SÓ, SEMPRE ELE O PROTECTOR DOS TEMPOS “ANTÓNIO VENÂNCIO MUHONA” ESTUDANTE DA UNIVERSIDADE KATYAVALA BWILA NA ESPECIALIDADE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. (ANGOLA_BENGUELA)

    Avemuhona

  89. Muito obrigado pelo retorno!

    Anderson Vilhena Santoro Mariano, Psicólogo Psicomotricista

  90. Excelente o artigo,
    adorei !

    Jannine Pedra

  91. Obrigada pelo retorno Jannine!

    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  92. Amo a psicologia, porque ela faz com que tenhamos uma visão diferente de tudo que nos cerca. Espero logo, logo me tornar uma psicologa. Parabéns pelo artigo!

    Bruna de Castro

  93. Que bom você ter gostado Bruna!
    Venha nos visitar mais vezes.

    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  94. Boa tarde,antes e de agradeçer por esforço q tiveram de colher esta magnifica informação que ajuda-nos na comprenção da psicologia.Gostei bastante

    dionisio

  95. Obrigada Dionísio!
    É sempre um prazer compartilhar nossos conhecimentos.

    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  96. estou,no primeiro periodo de psicologia e, ajuda a ampliar meus estudo ja que estou com um pouco de dificudade. otimo adorei.

    marlene das graças .

  97. Que bom Marlene!
    Venha nos visitar mais vezes.

    Beijos,

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  98. estive pesquisando sobre ahistoria da psicologia ,e como surgiu . e encontrei esse texto e vi que é muito espesificovai para o trabalho que estou fazendo em meu curso em tec. enfermagem . gosteei muito ,parabens!!

    amanda meneses

  99. Que bom Amanda!

    Um grande abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  100. Ana Paula, bom dia!
    Sou do campo de educação escolar. Gostei do seu texto. Acho que foi simples e estimula a busca de fundamentação quanto ao histórico da Psicologia.
    Posso dizer que o seu texto me foi esclarecedor. Um abraço e tudo de bom!

    Valdivino

  101. Sempre tive admiração pela psicologia. Ainda estou na incansável aspiração para conseguir entrar na universidade e cursá-lo. Mas eu pesquiso e estudo antes mesmo de ainda ser uma universitária deste nobre curso. O que aqui consta é de uma riqueza imensurável e que me trouxe muitos esclarecimentos. Obrigada e parabéns pela iniciativa. DEUS abençoe nesta linda missão.

    Alissandra Lima Barbosa

  102. Obrigada pelo retorno, Valdivino!

    Um grande abraço,

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  103. Obrigada pelo seu retorno Alissandra!
    Esse contato é muito importante para o nosso trabalho!!!

    Um grande abraço,

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  104. façam mais vezes..

    Mendes Frazão

  105. otimo o material de vcs ,muito obrigado,está muito bem organizado!

    jeronimo mendes ramirez

  106. Muito bom esse site…tenho 13 anos e ja estou decidida a fazer psicologia…muito bom o site,muito bem elaborado e explicado…me ajudou muito a me ”definir” e a completar um trabalho de filosofia… obrigada

    Fernanda

  107. Olá Fernanda! Que bom saber que você já está tão segura de uma decisão importantíssima como essa em nossa vida! Além de poder contribuir para a construção dessa escolha!

    Um grande beijo!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  108. Obrigada pelo retorno, Jeronimo!

    Venha nos visitar mais vezes!
    Um abraço,

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  109. Tenho 16 anos, e agora me sinto muito mais informada, a professora amou o meu trabalho de pesquiza… e eu so tenho que agradecer a voces pelo site, e parabenizar-vos…. muinto obrigada

    agira

  110. sou estudante de psicologia e gostei muito do vosso material,continuem a ajudarmos para que possamos estar sempre em contacto com a disciplina.

    Isidro Alberto Cambundo

  111. Que ótimo Agira!!!
    Venha sempre nos visitar.

    Beijos

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  112. Obrigada pelo retorno Isidro.
    Continue nos visitando.

    Abraços!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  113. gostei muito.

    camilo

  114. Obrigada pessoal,é bom buscar na internet algo para ponte de estudos,algo sucinto e que muitas vezes nos serve de estímulo para podermos perquirir ainda mais.
    Abraços.

    marilandia alves

  115. gostei de ler alguns artigos da professora foi muito interessante. e gosteria continuar a leer os seu sartigos. Um forte abraço ate a proxima.

    isata

  116. Genial este artigo!

    Com ele percebi o porquê da psicologia não existir na idade média. Depois do texto entendi, salvo o engano, que antes de descartes não existia o estudo da mente, mas sim estudos sobre a alma. claro que também existia todo dogma da igreja com toda inquisição impedindo o desenvolvimento dessa ciência (psicologia).
    Grata pelo artigo!

    joana coelho

  117. Obrigada pelo retorno Joana!
    Um grande abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  118. aconselho a dar uma olhada neste cantinho ajudamuito.abcos

    flavio faria

  119. gostei do conteúdo pude aprender várias ideias consernente a historia da psiclogia, grato + uma vez.

    Manuel Quintas Domingos- Angola Benguela

  120. gosto muito de psicologia, quero um dia ter a oportunidade de cursar. pois a minh renda nao me permite cursar

    neto

  121. tenho livros de Augusto cury,e foi neles que me apaixonei por psicologia

    neto

  122. obrigado por compartilha o seu conhecimento com todos nos ..
    estudantes
    sou estudante de administração seu conteúdo esta sendo muito proveitoso bom dia

    etevaldo

  123. Que bom Etevaldo! Fico muito satisfeita em saber disso!

    Um abraço!

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  124. Estou muito entusiasmado pela oportunidade de ler este contiúdo tão importante, auxiliou-me adquirir novos conhecimentos da psicologia…

    Daniel Firme Mbenza

  125. Estou muito entusiasmado pela oportunidade de ler este contiúdo tão importante, auxiliou-me adquirir novos conhecimentos sobre a historia da psicologia…

    Daniel Firme Mbenza

  126. Que bom poder colaborar Daniel!
    Um grande abraço.

    Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial

  127. é muito interesante viajar localizando algo Tão importante contiudos esses que me ajuda a consolidar os meus conhecintos. Graças a vocês tudo vai indo bem! Obrigado!!!

    José Chicanji

  128. Eu cai aqui, cai não me encontrei,conteudo excelente ,esta me auxiliando pra caramba, obrigado!

    Inêz silva

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