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Direção: David Fincher
Sinopse: Um bebê nasce com a aparência e doenças de uma pessoa em torno dos 80 anos. À medida que envelhece em idade, seu corpo rejuvenesce.
Breve aproximação com a Psicologia Existencial: o filme nos faz refletir sobre a questão do tempo, que é o horizonte no qual nossa vida acontece, necessariamente. Um tempo que não importa se caminha para frente ou para trás, porque é sempre tempo que passa, e junto com esse passar está nossa existência, que se modula a partir do horizonte temporal.Â
Em cada momento experimentamos o tempo que se manifesta em nosso corpo criança, nosso corpo jovem, nosso corpo adulto, nosso corpo idoso. Nós não nos relacionamos com o tempo de forma substantivada - como tempo que eu tenho – mas em uma conexão tão Ãntima que podemos dizer: o tempo que eu sou.
E é porque tenho a consciência de que o tempo passa, é porque sei que a minha existência passa, que eu tenho a possibilidade de cuidar dos meus projetos, dos meus sonhos, das minhas escolhas, da melhor maneira possivel, realizando aquilo que a mim está endereçado.Â
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Um pequeno trecho do filme:
“Crescer é uma coisa curiosa e inesperada. Uma pessoa está ali, e de repente outra pessoa tomou o seu lugar.”
“Se quer saber, nunca é tarde, ou no meu caso, cedo demais, para ser quem você quer ser.
Não há limite de tempo, comece pelo que você quiser.
Você pode mudar, ou ficar como está. Não há regras para isso.
Podemos encarar a vida de forma positiva ou negativa. Espero que encare de forma positiva.
Espero que veja coisas que surpreendam você.
Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes.
Espero que conheça pessoas com pontos de vista diferentes.
Espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe.
E se descobrir que não tem, espero que tenha forças para conseguir começar de novo.”
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Sensacional indicação do filme e citação da proximidade com a Psicologia existencial. Muito bom e despertador.
Joyce Asselli
Joyce
fevereiro 18th, 2011
O filme é realmente imperdÃvel!
Um abraço.
Anna Paula Rodrigues Mariano, Psicóloga e Psicoterapeuta Existencial
fevereiro 18th, 2011